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EU SOU A MINHA PRÓPRIA MULHER
EM VILA DO CONDE
Na próxima sexta-feira, dia 10 do corrente, pelas 21h30 no Auditório Municipal de Vila do Conde, terá lugar a apresentação do espectáculo EU SOU A MINHA PRÓPRIA MULHER, de Doug Wright, cujo texto já obteve vários conceituados prémios e que foi apresentado pela primeira vez no nosso país pela Seiva Trupe, como espectáculo comemorativo dos 50 anos de carreira de Júlio Cardoso.
JÚLIO CARDOSO
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JÚLIO CARDOSO
50 ANOS DE TEATRO A
TRABALHAR PARA
O FUTURO
BREVEMENTE EM CENA NO
TEATRO DO CAMPO ALEGRE
A FREIRA PORTUGUESA,
de Maricla Boggio
Espectáculo de autoria de Maricla Boggio. Esta autora formada em Direito em Turim e licenciada em direcção de cena com Orazio Costa na academia de arte Dramática "Silvio D´Amico", onde lecciona dramaturgia; professora de Expressão Teatral, Ciência da Formação em Viterbo (Universidade Salesiana).
Jornalista, crítica teatral, dirige a revista de teatro Ridotto e colabora na "Inscena".
Cavaleira da Ordem de Mérito da República Italiana.
A sua bibliografia é muito extensa, pelo que só damos informação que esta grande amiga da Seiva Trupe já escreveu mais de cinquenta obras teatrais.
A obra que estamos a montar é um drama inspirado nas cartas da Freira Portuguesa, da Sóror Mariana Alcoforado, enclausurada no convento de Beja, perdidamente apaixonada por um oficial francês vindo a Portugal para combater o exército espanhol e após, retornado a Paris. Mariana vive num universo de desejo, temor, amor e incredulidade do abandono do oficial, dividida pelos dias caracterizados pela vida religiosa e pelas noites assombradas pelo fantasma do tenente Noël. Uma verdadeira história de um amor sofrido intemporal.
Mariana de facto existiu e esta autora italiana apaixonou-se pela história a exemplo de muitos outros autores de vários pontos do mundo.
Sob a direcção de Claudio Hochman, entrou em ensaios a obra, e entre outros terá na interpretação: Jorge Loureiro, Adriana Faria, Ana Oliveira, Cristina Cardoso, Filipa Duarte e Maria Mata.
Em meados do mês de Outubro será apresentada no Teatro do Campo Alegre

EU SOU A MINHA PRÓPRIA MULHER em Lisboa

JÚLIO CARDOSO NO
PALCO DA VIDA
Depois de meio século de vida teatral de Júlio Cardoso, um grupo de amigos e admiradores decidiu celebrar a data, reunindo num livro alguns traços da vida do actor que tendo como lema "hoje e amanhã é que importam, o passado já foi", concedeu todavia, em evocar alguns passos da sua vida e da sua carreira ao escritor António Rebordão Navarro, o qula escreveu o livro a que deu o título "JÚLIO CARDOSO NO PALCO DA VIDA".
No dia 8 do Julho, o livro foi lançado no Teatro Municipal Constantino Nery, em Matosinhos, e foi apresentado pelo Prof. Arnaldo Saraiva.
Na ocasião foram inauguradas as exposições Fragmentos de um Quimérico Vôo e obras do artista Paulo Carteiro, alusivas à carreia do actor.
Estas exposições podem ser vistas até ao fim do mês de Julho nas instalações daquele Teatro.


Um dos maiores sucessos em vários palcos do mundo. Várias vezes premiado e entre prestigiados prémios, conta-se o Pulitzer de Dramaturgia. Obra escrita pelo actor e autor norte americano Doug Wright.
EU SOU A MINHA PRÓPRIA MULHER conta-nos a apaixonante história do travesti alemão Lothar Berfelde que sobrevive aos vários regimes da Alemanha sem nunca esconder a sua identidade sexual.
A verdadeira história de Charlotte Von Mahlsdorf que ousou montar e preservar um fantástico museu de antiguidades , que ainda hoje existe, e um cabaré clandestino na cave desse museu. Por este bar, todo ele decorado com os móveis do Mulack-Ritze, e posteriormente encerrado pelas autoridades alemãs, circularam nomes famosos das artes e das letras, como Bertolt Brecht e Marlene Dietrich.
EU SOU A MINHA PRÓPRIA MULHER vai ser um espectáculo de referência no panorama teatral do país. Tome nota.
Propositadamente, não levantamos mais o véu para desvendar todos os conflitos que a vida desta pessoa nos mostra, sempre com um interesse de visceral espanto.

EU SOU A MINHA PRÓPRIA MULHER foi o espectáculo comemorativo dos 50 anos de teatro de Júlio Cardoso.
Júlio Cardoso na protagonista, com direcção de João Mota (Actor / encenador / Professor e director do grupo Comuna de Lisboa).

HOMENS DE ESCABECHE
de Ana Istarú
Esta divertida obra conta a vida de uma mulher que vive em busca do grande amor da sua vida, "esse homem que possa conservar para sempre em escabeche"...
Um texto vital, dominado pela emoção, contando como uma mulher, desde muito cedo, vai formando a sua concepção das relações amorosas através das mensagens que a sociedade lhe dá...
ANTÓNIO FEIO, o conhecido homem do teatro português, tanto na encenação como na interpretação e ainda como professor, dirigiu na SEIVA TRUPE a obra teatral HOMENS DE ESCABECHE, cujos protagonistas foram JOANA ESTRELA e JOSÉ FIDALGO. A cenografia teve a assinatura de Marta Silva e os figurinos da autoria de Bárbara Gonzalez Feio. Júlio Filipe concebeu o desenho de luz e José Prata o desenho de som. Esta peça foi apresentada em estreia absoluta em Portugal.

MEMBRO HONORÁRIO DA ORDEM DE MÉRITO
Por ocasião do Dia Mundial do Teatro, o Presidente da República homenageou os profissionais do teatro, condecorando entre outros, a Companhia de Teatro SEIVA TRUPE, atribuindo -lhe o Grau de Membro Honorário da Ordem de Mérito.


PRÉMIOS - JÚLIO CARDOSO-50 ANOS DE TEATRO
MEDALHA DE MÉRITO DISTRITAL
No âmbito dos 50 anos de Teatro do actor / encenador, a Governadora Civil do Porto, atribuiu-lhe a Medalha de Mérito Distrital e em sessão pública, a mesma foi-lhe entregue no dia 22 de Fevereiro pelas 18 horas no Salão Nobre do Governo Civil.
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JÚLIO CARDOSO
Acabando de receber a Medalha de Mérito Distrital das mãos da Ministra da Cultura com a presença da Governadora Civil do Porto.

PRÉMIO NACIONAL DE TEATRO
RUY DE CARVALHO
ESTAMOS A COMEMORAR OS 50 ANOS DE
TEATRO DE Júlio Cardoso

Ele não simpatiza nada com a ideia, protesta, resmunga, imita Gil Vicente em português vernáculo, mas os seus colegas da Companhia e muitos outros que ao longo da sua carreira trabalharam e comungaram com ele os seus principios de uma cultura teatral, permanentemente em pesquisa, moderna, inteligentemente criativa e solidamente justificada numa filosofia de estética e de comunicação, que os oportunismos e vacuidades da moda tantos dissabores lhe vêm causando mas que, para além dos valores humanos, intelectuais e artísticos, será pelo seu exemplo e capacidade de resistência que o núcleo de admiradores e amigos também teimam em mostrar a modelar vida teatral de Júlio Cardoso.
Estudioso, investigador e em constante desassossego, sempre, sempre insatisfeito como actor e encenador, o seu ofício aparece sempre numa bitola de elevado mérito e modelo de profundo pensamento.
No passado dia 6 de Março, o Centro Dramático de Viana (Teatro do Noroeste), no Teatro Sá de Miranda, estreou a obra de Oswaldo Dragún, HISTÓRIAS PARA SEREM CONTADAS, com encenação de Jorge Castro Guedes e cenários de José Carlos Barros. Aquele teatro encheu por completo, com pessoas que vieram de várias partes do país e da Galiza e antes da função, aquela Companhia de Teatro, em cena aberta, prestou uma homenagem a Júlio Cardoso e que, para além das palavras de Jorge Castro Guedes e Carlos Borges, foram lidas muitas mensagens de personalidades e amigos de Júlio Cardoso. O homenageado foi chamado ao palco onde, com a simplicidade que lhe é conhecida, pediu para terminarem com a revoada de palmas que se prolongava e agradeceu com a promessa: vocês ainda vão continuar a aturar-me.
Foi ainda inaugurada uma exposição de fotos de algumas peças em que o actor/encenador participou e depois da actriz Elisabete Pinto dizer o Poemacto III de Herberto Helder, seguiu-se a estreia das "Histórias para serem Contadas" que, em 1971, Júlio Cardoso estreou em Portugal. No final o público dispensou uma estrondosa ouvação ao espectáculo de Castro Guedes, abeirando-se do homenageado para efusivamente o saudar pelos 50 anos de actividade, tendo o acto decorrido pela noite dentro com o convívio de espectádores e de muita gente de teatro que ali se deslocou.

Também, no passado dia 11 de Março, o Teatro Municipal de Matosinhos - Constantino Nery, apresentou em estreia a peça "JANIS E A TARTARUGA", tendo como protagonista a actriz Filomena Cautela e encenação de Luísa Pinto.
No final do espectáculo a directora daquele Teatro, que foi a encenadora, interrompeu os vibrantes aplausos que todo o público que enchia o Teatro estava a dispensar aquela obra e, disse que a dedicava aos 50 anos de carreira de Júlio Cardoso, pelo que o chamou ao palco. Na ocasião e no meio de fortes aplausos, entrou no tablado o Presidente da Câmara daquela cidade, Doutor Guilherme Pinto, que teceu os mais rasgados elogios a Júlio Cardoso, entregando-lhe uma estatueta sobre uma obra de Augusto Gomes.
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"Vergonha..."
Com a devida vênia, transcrevemos uma notícia do Blog Baixa do Porto.
"Na passada Quarta-feira assisti no Teatro Constantino Nery à peça "Janis e a tartaruga",diga-se que passei um bom momento. No final do espectáculo foi homenageado o actor/encenador Júlio Cardoso que comemora 50 anos de teatro, pela encenadora Luísa Pinto e pelo presidente da Câmara de Matosinhos, Dr. Guilherme Pinto.
Fui para casa satisfeito e comentei com a minha mulher: que bom irmos ao teatro, que bom termos vultos na nossa cidade como o Júlio Cardoso, mas... nossa cidade?... Nasci e sempre vivi no Porto, o que a Câmara do Porto faz para homenagear os nossos vultos? E o Teatro Nacional S. João? Nada.. Voltei à minha realidade, por vezes tenho vergonha de ser Português e Portuense...
Cumprimentos
Antunes Carvalho Sousa"
E ainda...
Prémio Júlio Cardoso
Durante a sessão de abertura do 32.º FITEI - Festival Internacional de Teatro de Expressão Ibérica, foi anunciada a criação do Prémio Júlio Cardoso para Jovens Encenadores.
O galardão vem colmatar uma lacuna no nosso país, pois não existem prémios para esta área. A 1.ª edição do Prémio, irá premiar, por ora, apenas encenadores portugueses, mas num futuro próximo pode estender-se à Galiza e, mais tarde, a outras latitudes de expressão ibérica.

ELOS - Liga de Amigos da Seiva
Os Elos - Liga de Amigos da Seiva, nasceu de um vivo interesse comum: o gosto pelo Teatro, pelas informações sobre as actividades paralelas da Seiva e pelos benefícios de vária ordem que os Elos poderão fruir. Hoje, preocupamo-nos profundamente com todos estes objectivos e daí a reestruturação que este sector está a receber.
De entre as várias regalias que os Elos já têm, será de destacar as imensas vantagens no sector da saúde em várias clínicas do Grande Porto em muitas valências da Medicina. Mesmo correndo o perigo de redundância, mas somente para sublinhar este último aspecto, afirmamos que estas vantagens, repercutem-se na clínica geral e em várias especialidades.
PRÉMIO SEIVA
O Prémio Seiva, um dos mais representativos Prémios da cidade do Porto e que tem por finalidade distinguir as individualidades que, através das suas obras ou das suas actividades mais tenham contribuído para o progresso, dignificação e prestígio das Artes, das Letras e das Ciências do Porto, foi atribuído em Maio pela 9ª vez.
O Júri do Prémio Seiva, constituído por Arnaldo Saraiva – Miguel Von Hafe Perez – Nuno Grande - Rui Polónio Sampaio e António Reis, este em representação da Seiva Trupe, deliberou distinguir as seguintes personalidades:
Prof. Fernando Pernes – (Artes)
Profª. Doutora Maria de Sousa – (Ciências)
Dr. Hélder Pacheco – (Letras)
De acordo com o regulamento de atribuição do Prémio Seiva, a deliberação do Júri foi ratificada por uma Comissão de Jornalistas, constituída pelos profissionais: Alfredo Maia, Filipa Leal, Inês Nadais, Pimenta de França e Sérgio Almeida.
O Prémio Seiva é de atribuição bienal e, até à data foram galardoados com este já muito representativo Prémio as seguintes individualidades: Agustina Bessa Luís, Alberto Manuel Sampaio Castro Amaral, Álvaro Siza Vieira, António Coimbra, António Rebordão Navarro, Armando Alves, Armando de Castro, Corino de Andrade, Egipto Gonçalves, Eugénio de Andrade, Fernando Lanhas, Ilse Losa, José Bernardo de Albuquerque Mendes, José Rodrigues, Júlio Resende, Manuel Alberto Coimbra Sobrinho Simões, Manuel António Pina, Manoel de Oliveira, Manuel Teixeira da Silva, Maria João Mascarenhas Saraiva, Mário Barbosa, Mário Cláudio, Nuno Grande, Óscar Lopes e Pedro Burmester.
OUTRAS NOTICIA
CTB – Companhia de Teatro de Braga
Av. da Liberdade, 697
4710-251 Braga
T. 253 217 167
F. 253 612 174
www.ctb.pt
ctb@mail.telepac.pt
A Escola da Noite – Grupo de Teatro de Coimbra
Teatro da Cerca de São Bernardo
3000-221 Coimbra
tel. +351.239.718 238
fax +351.239.703 761
http://www.aescoladanoite.pt
Bravo! Bravo!
VIVER É PRECISO
- com o Teatro acontece vida! -
... e todavia, eis tudo!
The End