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EM CENA NO TEATRO DO CAMPO ALEGRE

 

PROBLEMA? QUAL PROBLEMA?

de Margarida Fonseca Santos


- Ciclo das Matemáticas -

 

Desde 18 de Fevereiro até 26 de Março, com

2 sessões diárias: 10H30 E 15H00

 

 

Mas o que é aquilo? Parece um problema! E é mesmo um problema!!! E melhor que um, só mesmo três: a Gertrudes, que só percebe de formas geométricas, a Anabiribana, que nunca sabe bem se sabe, e o Cálculo Mental, que acha que percebe tudo. Mas desta vez eles vão descobrir que a matemática é muito mais divertida quando é feita em conjunto.
Afinal, problema, qual problema?

No sentido de colaborar no ensino da Matemática, a Companhia SEIVA TRUPE está a montar um espectáculo que possa contribuir de uma forma lúdica e divertida para o prazer do estudo e conhecimento de tal disciplina. Aqui a matemática é interessante, apetecível e charmosa.

Trata-se da obra PROBLEMA? QUAL PROBLEMA?

PROBLEMA? QUAL PROBLEMA? tem encenação de Bruno Schiappa,, interpretação de Joana Duarte Silva, João Melo e Maria Mata, cenários de Sara Machado e desenho de luz de Júlio Filipe.

Nesta peça, as nossas personagens encontram-se a braços com vários problemas que necessitam de ser entendidos, equacionados e resolvidos. Mas se isso pode parecer simples não o é, já que a sala se encontra armadilhada, dificultando a tarefa do Cálculo Mental.
Os problemas vão sendo resolvidos no meio de muitas atribulações, trocadilhos, interpretações desviadas das frases, atropelos vários. Talvez o maior problema seja mesmo o facto de terem de estar ali juntos...

 


 

MEDALHA DE MÉRITO DISTRITAL

 

No âmbito dos 50 anos de Teatro do actor / encenador Júlio Cardoso, a Governadora Civil do Porto, atribuiu-lhe a Medalha de Mérito Distrital e em sessão pública, a mesma foi-lhe entregue no dia 22 de Fevereiro pelas 18 horas no Salão Nobre do Governo Civil.

JÚLIO CARDOSO
Acabando de receber a Medalha de Mérito Distrital das mãos da Ministra da Cultura com a presença da Governadora Civil do Porto.

 

A propósito da Medalha que recebeu, Júlio Cardoso falando sobre a importância do movimento cultural do Porto e Norte do País.

 

 

 
 

Um dos maiores sucessos em vários palcos do mundo. Várias vezes premiado e entre prestigiados prémios, conta-se o Pulitzer de Dramaturgia. Obra escrita pelo actor e autor norte americano Doug Wright.
EU SOU A MINHA PRÓPRIA MULHER conta-nos a apaixonante história do travesti alemão Lothar Berfelde que sobrevive aos vários regimes da Alemanha sem nunca esconder a sua identidade sexual.
A verdadeira história de Charlotte Von Mahlsdorf que ousou montar e preservar um fantástico museu de antiguidades , que ainda hoje existe, e um cabaré clandestino na cave desse museu. Por este bar, todo ele decorado com os móveis do Mulack-Ritze, e posteriormente encerrado pelas autoridades alemãs, circularam nomes famosos das artes e das letras, como Bertolt Brecht e Marlene Dietrich.
EU SOU A MINHA PRÓPRIA MULHER vai ser um espectáculo de referência no panorama teatral do país. Tome nota.
Propositadamente, não levantamos mais o véu para desvendar todos os conflitos que a vida desta pessoa nos mostra, sempre com um interesse de visceral espanto.

 

EU SOU A MINHA PRÓPRIA MULHER foi o espectáculo comemorativo dos 50 anos de teatro de Júlio Cardoso.

Júlio Cardoso na protagonista, com direcção de João Mota (Actor / encenador / Professor e director do grupo Comuna de Lisboa).

 

ESTAMOS A COMEMORAR OS 50 ANOS DE


TEATRO DE Júlio Cardoso

 

 

Ele não simpatiza nada com a ideia, protesta, resmunga, imita Gil Vicente em português vernáculo, mas os seus colegas da Companhia e muitos outros que ao longo da sua carreira trabalharam e comungaram com ele os seus principios de uma cultura teatral, permanentemente em pesquisa, moderna, inteligentemente criativa e solidamente justificada numa filosofia de estética e de comunicação, que os oportunismos e vacuidades da moda tantos dissabores lhe vêm causando mas que, para além dos valores humanos, intelectuais e artísticos, será pelo seu exemplo e capacidade de resistência que o núcleo de admiradores e amigos também teimam em mostrar a modelar vida teatral de Júlio Cardoso.
Estudioso, investigador e em constante desassossego, sempre, sempre insatisfeito como actor e encenador, o seu ofício aparece sempre numa bitola de elevado mérito e modelo de profundo pensamento.
No passado dia 6 de Março, o Centro Dramático de Viana (Teatro do Noroeste), no Teatro Sá de Miranda, estreou a obra de Oswaldo Dragún, HISTÓRIAS PARA SEREM CONTADAS, com encenação de Jorge Castro Guedes e cenários de José Carlos Barros. Aquele teatro encheu por completo, com pessoas que vieram de várias partes do país e da Galiza e antes da função, aquela Companhia de Teatro, em cena aberta, prestou uma homenagem a Júlio Cardoso e que, para além das palavras de Jorge Castro Guedes e Carlos Borges, foram lidas muitas mensagens de personalidades e amigos de Júlio Cardoso. O homenageado foi chamado ao palco onde, com a simplicidade que lhe é conhecida, pediu para terminarem com a revoada de palmas que se prolongava e agradeceu com a promessa: vocês ainda vão continuar a aturar-me.
Foi ainda inaugurada uma exposição de fotos de algumas peças em que o actor/encenador participou e depois da actriz Elisabete Pinto dizer o Poemacto III de Herberto Helder, seguiu-se a estreia das "Histórias para serem Contadas" que, em 1971, Júlio Cardoso estreou em Portugal. No final o público dispensou uma estrondosa ouvação ao espectáculo de Castro Guedes, abeirando-se do homenageado para efusivamente o saudar pelos 50 anos de actividade, tendo o acto decorrido pela noite dentro com o convívio de espectádores e de muita gente de teatro que ali se deslocou.

Também, no passado dia 11 de Março, o Teatro Municipal de Matosinhos - Constantino Nery, apresentou em estreia a peça "JANIS E A TARTARUGA", tendo como protagonista a actriz Filomena Cautela e encenação de Luísa Pinto.
No final do espectáculo a directora daquele Teatro, que foi a encenadora, interrompeu os vibrantes aplausos que todo o público que enchia o Teatro estava a dispensar aquela obra e, disse que a dedicava aos  50 anos de carreira de Júlio Cardoso, pelo que o chamou ao palco. Na ocasião e no meio de fortes aplausos, entrou no tablado o Presidente da Câmara daquela cidade, Doutor Guilherme Pinto, que teceu os mais rasgados elogios a Júlio Cardoso, entregando-lhe uma estatueta sobre uma obra de Augusto Gomes.

 

 

 "Vergonha..."

 
Com a devida vênia, transcrevemos uma notícia do Blog Baixa do Porto.

"Na passada Quarta-feira assisti no Teatro Constantino Nery à peça "Janis e a tartaruga",diga-se que passei um bom momento. No final do espectáculo foi homenageado o actor/encenador Júlio Cardoso que comemora 50 anos de teatro, pela encenadora Luísa Pinto e pelo presidente da Câmara de Matosinhos, Dr. Guilherme Pinto.
Fui para casa satisfeito e comentei com a minha mulher: que bom irmos ao teatro, que bom termos vultos na nossa cidade como o Júlio Cardoso, mas... nossa cidade?... Nasci e sempre vivi no Porto, o que a Câmara do Porto faz para homenagear os nossos vultos? E o Teatro Nacional S. João? Nada.. Voltei à minha realidade, por vezes tenho vergonha de ser Português e Portuense...

Cumprimentos
Antunes Carvalho Sousa"

 

E ainda...

 

Prémio Júlio Cardoso

 

 

 

Durante a sessão de abertura do 32.º FITEI - Festival Internacional de Teatro de Expressão Ibérica, foi anunciada a criação do Prémio Júlio Cardoso para Jovens Encenadores.
O galardão vem colmatar uma lacuna no nosso país, pois não existem prémios para esta área. A 1.ª edição do Prémio, irá premiar, por ora, apenas encenadores portugueses, mas num futuro próximo pode estender-se à Galiza e, mais tarde, a outras latitudes de expressão ibérica.

 

 


 

A Seiva Trupe numa co-produção com o Teatro Municipal Constantino Nery, de Matosinhos, apresentou, em estreia naquele teatro uma peça especialmente escrita por Norberto Barroca e Benjamim Veludo sobre aquela cidade.

Durante mês e meio, com representações diárias e a esgotar lotações, chegou ao fim UM BARCO NA CIDADE, apesar de todas as previsões apontarem para continuar, pelo menos, para o dobro do tempo, não só pelos pedidos de bilhetes, como também pelos inúmeras mensagens de regozijo e incentivo que recebemos.
Infelizmente e por compromissos já anteriormente assumidos por ambas as partes -Teatro Constantino Nery e Seiva Trupe- é-nos totalmente impossível ir ao encontro das muitas pretensões que nos chegaram.
Mas, e porque não UM BARCO NA CIDADE regressar novamente um dia ao porto de Leixões? 

 

 
 

UM BARCO
          NA

     CIDADE


É o nome do espectáculo, onde os autores quiseram compôr um hino a Matosinhos, tendo como pano de fundo as suas memórias e tradições, contando e cantando a sua história e as suas gentes, com o enquadramento do Mar em permanente movimento, sobressaindo ainda o seu importante tecido sócio-económico, num envolvimento cultural com todo o seu património histórico.

Através deste BARCO NA CIDADE, aparece-nos Matosinhos sulcando horizontes de esperanças vivas.


UM BARCO
             NA
      CIDADE


No elenco estiveram nomes como António Reis - Cristina Cardoso - Joana Duarte Silva - João Leiria - Jorge Loureiro - Luís Trigo - Maria Mata e Miguel Rosas.
A música original teve a assinatura de Carlos Azevedo, os figurinos de Mário Garcia e os cenários e encenação de Norberto Barroca. A música executada ao vivo por Gonçalo Vasques e Hugo Raro.

 PORTO EM DIRECTO, com direcção de Claudio Hochman

 

 

Já vai sendo uma tradição da Companhia, de vez em quando, pôr a cidade do Porto em cena. Com efeito, já há uns anos que tal não sucedia e daí, muitos dos espectadores estranharem e exigirem tal função. Assim sendo, a Seiva Trupe apresentou PORTO EM DIRECTO, com encenação do director argentino Cláudio Hochman.
Uma criação colectiva que falou da cidade do Porto e das pessoas que a habitam, como se fosse um programa de televisão.
"Falamos da nossa cidade, amamos a nossa cidade, cantamos a nossa cidade."
- José Manuel dos Santos, colunista do Actual / Expresso, também nos deu um empurrão quando diz: "Eu gosto do Porto. Gosto daquela luz usada e manchada de alvoroço. Gosto da Cor de Sombra do seu passado. Gosto daquela arquitectura rugosa e solene como a das montanhas. Gosto da visão fantástica do rio e da sua transfiguração quando chega à cidade".

 

ESTE FOI MAIS UM ESPECTÁCULO SOBRE

O PORTO!

 

 


 

 

KVETCH - O QUEIXINHAS, de Steven Berkoff

 

Estreou no passado dia 17 de Abril em Naron, na Galiza, a obra teatral de Steven Berkoff, KVETCH e daí para cá esteve em cena em Santiago de Compostela  a obter grande êxito.
Será de referir que se trata de uma co-produção Luso-Galaica com o Teatro do Morcego dirigido pelo conceituado actor galego Celso Parada.
Nesta obra, assistiu-se à participação de actores e técnicos de ambos os lados da fronteira, onde nos respectivos países os actores tentaram a prosódia dos locais das representações. Uma dupla coprodução absolutamente "sui generis" e, consequentemente pioneira. A mesma peça, o mesmo encenador, mas com dois elencos e equipas técnicas diferentes e duas carreiras paralelas. Em muitos dias, quase à mesma hora, em terras da Galiza e na cidade do Porto, actores e técnicos portugueses e galegos apresentaram o KVETCH, de Steven Berkoff.

KVETCH é uma Comédia Americana sobre a Ansiedade. Todos nós vivemos sob a ameaça de vários medos: da bomba – da doença – do desemprego – da impotência – das multas de estacionamento – dos brancos – dos negros – de perder cabelo – de engordar – do medo do medo – do medo da ansiedade e de tantos outros medos; por isso esta peça é dedicada ao medo.
Pois é. Um grande elenco, com grandes actores, todos tentando a mesma prosódia. Uma coprodução em colaboração com o Centro Dramático Galego, sob a direcção do actor / encenador madrileno Álvaro Lavín, fundador dos Teatros Meridionais de Portugal e de Espanha, permanecendo neste último ainda como director artístico.
O elenco em Portugal contou com António Reis, Clara Nogueira, Miguel Pernas, Pilar Pereira e Mundo Villalustre. Em Espanha, Celso Parada, Mónica Camaño, Jorge Vasques, Dorotéa Bárcena e Paulo Calatré.

A XIV Edição do FESTEIXO - Festival de Teatro do Eixo Atlântico, contou com a presença do espectáculo "Kvetch", no dia 10 de Julho no Teatro Municipal Sá de Miranda.

 

 

 

OS SALTIMBANCOS, de Chico Buarque, obteve no Brasil os prémios:
Melhor encenação - Melhor direcção musical - Melhor cenografia - Melhores figurinos e Melhor espectáculo.
A mesma equipa que dirigiu este espectáculo, deslocou-se em 2003 ao nosso país e montou na Seiva Trupe OS SALTIMBANCOS, tendo obtido estrondoso êxito.
Daí para cá, muitas e muitas pessoas, especialmente professores, nos têm contactado no sentido de montarmos novamente OS SALTIMBANCOS.
Não foi fácil conciliar compromissos pessoais com a programação da Companhia. Acontece, porém, que no passado mês de Novembro de 2008 deslocaram-se ao nosso país Gabriel Villela - o responsável-mor por este sucesso - e Ernani Malleta, da Universidade Federal de Minas Gerais - director musical deste espectáculo.
Pela sua concepção, temática e músicas de Chico Buarque, OS SALTIMBANCOS resultaram num espectáculo de rara beleza, absolutamente imperdível.

 

 

Depois de 10 semanas em cena na cidade do Porto, no Teatro do Campo Alegre, a SEIVA TRUPE partiu em itinerância para o Algarve, onde realizou uma curta série de espectáculos no Teatro Municipal de Faro, finda a qual seguiu para a cidade da Guarda, onde apresentou duas sessões deste invulgar espectáculo.

 

ESPECTÁCULO PARA TODOS

 


MARAVILHOSAMENTE BELO

CURSO INTENSIVO DE INICIAÇÃO TEATRAL

O ACTOR ACENDE A BOCA - GOTA DE MEL

 

O Teatro Municipal Constantino Nery, de Matosinhos, promoveu um CURSO INTENSIVO DE INICIAÇÃO TEATRAL, dirigido e realizado pela Seiva Trupe, com aulas em horário pós-laboral: - diáriamente de segunda a sexta-feiras das 18H30 às  23H30.
Aos fins de semana houve actividades paralelas, optativas.
Desta parceria nasceu o espectáculo  "O ACTOR ACENDE A BOCA - GOTA DE MEL - " como exercício final de curso, realizado pelos alunos finalistas.
Todas as representações efectuadas, no Teatro Constantino Nery esgotaram as lotações.
Este núcleo de actores finalistas do Curso mostraram através de coros-mímicos-falados como uma pequena comunidade detona uma guerra fratricida por uma insignificante gota de mel e, simultaneamente, como eixo central do espectáculo, foi surgindo uma apologética actoral como meio de transformação.
Este espectáculo, aproximou-se do género de teatro total em textos poéticos e dramáticos de autores como: Eduardo De Fillipo - Gastão Cruz - Herberto Helder - Leon Chancerel - Manuel Alegre e Sérgio Godinho, numa versão de Júlio Cardoso.

 

 

Do Blog "Sala de Museu", transcrevemos:

" De uma parceria entre a Companhia de teatro Seiva Trupe e o Cine-Teatro Constantino Nery, com direcção de Júlio Cardoso, nasceu o espectáculo O Actor Acende a Boca - Gota de Mel, pelos finalistas do Curso Intensivo de Iniciação Teatral, que decorreu entre Janeiro e Maio de 2009. O espectáculo começa com uma intervenção no átrio do teatro de Matosinhos: alguém vestido de noiva olha o vazio com um sorriso de Monalisa... Entramos no auditório. O grupo de actores, em jeito de ensaio/improviso, faz alguns exercícios de voz. (...).
Numa espécie de profusão entre o teatro performativo, o teatro de intervenção, o próprio teatro musicado, onde o corpo é muitas vezes palavra e, por isso, linguagem, a encenação recupera exercícios de iniciação teatral. O espectáculo está muito bem construído, apoiando-se também no áudio-visual, tendo por base uma mensagem de alerta às consequências da guerra entre os homens.
Fiquei, definitivamente, surpreendida com a qualidade e com o empenho de todos!
Os textos, que englobavam Manuel Alegre e Sérgio Godinho, davam profundidade à história e ferviam pelas vozes deste grupo de 14 talentos.
O Seiva Trupe está de parabéns pela iniciativa e Júlio Cardoso provou, mais uma vez, que é grande demais para um país tão pequeno...
Publicada por Artlover "

 

 

 

 

ELOS - Liga de Amigos da Seiva

 

Os Elos - Liga de Amigos da Seiva, nasceu de um vivo interesse comum: o gosto pelo Teatro, pelas informações sobre as actividades paralelas da Seiva e pelos benefícios de vária ordem que os Elos poderão fruir. Hoje, preocupamo-nos profundamente com todos estes objectivos e daí a reestruturação que este sector está a receber.
De entre as várias regalias que os Elos já têm, será de destacar as imensas vantagens no sector da saúde em várias clínicas do Grande Porto em muitas valências da Medicina. Mesmo correndo o perigo de redundância, mas somente para sublinhar este último aspecto, afirmamos que estas vantagens, repercutem-se na clínica geral e em várias especialidades.

É muito simples pertencer aos Elos – Liga de Amigos da Seiva. É gratuito!!! Parece impossível, mas é verdade. E as regalias! Informe-se e verá. Experimente clicar em: PROPOSTA e lá terá um impresso à sua disposição. E pronto. Só a preencherá e fará chegar ao Departamento dos Elos da Seiva Trupe como, por exemplo, através de :
Por fax para o n.º 226 062 683
Pelo correio para : Elos/ Seiva Trupe
                           Teatro do Campo Alegre
                           Rua das Estrelas, s/n
                           4150 – 762 Porto
Por e-mail: elos@seivatrupe.pt

Ou pessoalmente...
Ou …

Verá que esta RODA DE AMIGOS dará mais sentido à vida.
Como vê é tão simples como isto. Porque…
                                                                            Seiva Trupe …é claro!

PRÉMIO SEIVA

 

O Prémio Seiva, um dos mais representativos Prémios da cidade do Porto e que tem por finalidade distinguir as individualidades que, através das suas obras ou das suas actividades mais tenham contribuído para o progresso, dignificação e prestígio das Artes, das Letras e das Ciências do Porto, foi atribuído em Maio pela 9ª vez.
O Júri do Prémio Seiva, constituído por Arnaldo Saraiva – Miguel Von Hafe Perez – Nuno Grande - Rui Polónio Sampaio e António Reis, este em representação da Seiva Trupe, deliberou distinguir as seguintes personalidades:

        Prof. Fernando Pernes – (Artes)
        Profª. Doutora Maria de Sousa – (Ciências)
        Dr. Hélder Pacheco – (Letras)

De acordo com o regulamento de atribuição do Prémio Seiva, a deliberação do Júri foi ratificada por uma Comissão de Jornalistas, constituída pelos profissionais: Alfredo Maia, Filipa Leal, Inês Nadais, Pimenta de França e Sérgio Almeida.

O Prémio Seiva é de atribuição bienal e, até à data foram galardoados com este já muito representativo Prémio as seguintes individualidades: Agustina Bessa Luís, Alberto Manuel Sampaio Castro Amaral, Álvaro Siza Vieira, António Coimbra, António Rebordão Navarro, Armando Alves, Armando de Castro, Corino de Andrade, Egipto Gonçalves, Eugénio de Andrade, Fernando Lanhas, Ilse Losa, José Bernardo de Albuquerque Mendes, José Rodrigues, Júlio Resende, Manuel Alberto Coimbra Sobrinho Simões, Manuel António Pina, Manoel de Oliveira, Manuel Teixeira da Silva, Maria João Mascarenhas Saraiva, Mário Barbosa, Mário Cláudio, Nuno Grande, Óscar Lopes e Pedro Burmester.

 OUTRAS NOTICIAS

A Escola da Noite – Grupo de Teatro de Coimbra
Teatro da Cerca de São Bernardo
3000-221 Coimbra
tel. +351.239.718 238
fax +351.239.703 761
http://www.aescoladanoite.pt



A CTB – Companhia de Teatro de Braga andará, nos próximos tempos, em digressão pelo país com  Concerto "à la carte", de Franz Xaver Kroetz.
Av. da Liberdade, 697
4710-251 Braga
T. 253 217 167
F. 253 612 174
www.ctb.pt
ctb@mail.telepac.pt

 

CENTRO DRAMÁTICO DE VIANA

 

 

 

Bravo! Bravo!

VIVER É PRECISO
- com o Teatro acontece vida! -

... e todavia, eis tudo!

The End